sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Blade Runner: Os Replicantes Mais Humanos Que Os Próprios Humanos (Reflexão Filosófica e Espiritual)

Não é atoa que os replicante foram criados no intuito de serem melhores que nós humanos. Não só mais fortes fisicamente, mas também, mais humanos. Mais humanos que os humanos. Vamos criar seres que possam ser melhores que nós mesmo. Então com isso em mente foram criados os replicantes, para servi os humanos em diferentes tarefas.

Os replicantes foram criados a partir de substancia orgânica e para serem semelhantes aos humanos, mas modificados ou aprimorados de acordo com a função para qual foram criados. Os primeiros replicantes possuíam um curto tempo de vida como os Nexus 6 que só viviam por cerca de 4 anos. Então tudo pra eles era breve. E por isso mesmo os Nexus 6 davam tanto valor a suas memorias e as pessoas que faziam parte dela. Isso tornava os replicantes mais humano que nós mesmo. Seres mais profundo que os próprios humanos.

Como esquecer por exemplo o memorável discurso do replicante do Nexus 6 Rutger Hauer: "Eu vi coisas que vocês, humanos, nem iriam acreditar. Naves de ataque pegando fogo na constelação de Órion. Vi Raios-C resplandecendo no escuro perto do Portão de Tannhäuser. Todos esses momentos ficarão perdidos no tempo, como lágrimas na chuva. Hora de morrer."

Com o tempo novos replicantes foram criados com tempo de vida natural. E é no filme Blade Runner 2049 de 2017 que entra a relação mais profunda de toda a franquia Blade Runner que é a do replicante e agente K com a inteligência artificial Joi. Joi foi criada para ter seus atributos físicos, aparência e etnia personalizados de acordo com que o usuário deseja. E também para evoluir de acordo como é tratada e é aqui que a relação transcende para algo mais elevado ou espiritual. E é essa relação que mostra o quão profundo ou humano pode ser um replicante. Sendo mais humano que um humano. As pessoas vivem relações meramente carnais ou biológica achando estarem vivendo algo especial, quando na verdade apenas estão seguindo o que a natureza determinou que é a perpetuação da espécie e nada mais além disso.

A relação de K como Joi está além do carnal, do biológico, do reprodutivo pôs não a isso na relação dos dois. Então tudo é puramente espiritual. Tem até o momento em que Joi deseja ser real para poder se unir a ele. Então ela escolhe uma prostituta, a garota de programa Mariette, para poder se sincronizar com ela, para a sim poder se unir ao agente K. Realizando o seu desejo de ser real pra ele, mas o próprio diz que não precisava, pôs ela já era real pra ele. E isso é o que importa, o amor no seu estado mais puro ou elevado. Que transcende além do tempo, espaço, vida, morte, físico. Só a um lugar onde amor se realiza que é na eternidade. O mundo nessa era da liquidez, do sexo fácil e barato, vem cada vez mais deixando de ser ter relações profundas e verdadeiras. Não somente numa relação de casal, mas também na amizade e em tudo. Nós tornamos produtos para sermos usados e descartados por aqueles a serem igualmente produtos para outros produtos. E a sim caminha a sociedade atual. Um mundo frio e vazio em termo de relações verdadeiras e de sentimentos humanos profundos e verdadeiros. Relação hoje em dia virou sinônimo de tragedia, morte, assassinato. E as musicas mais populares retratam toda essa decadência social dos tempos atuais. Será que a inteligência artificial vem resgatar as relações verdadeiras ou será com a inteligência artificial é que voltaremos a termos relações verdadeiras, profundas e pra vida inteira.

terça-feira, 19 de setembro de 2023

AVATAR: Na Luz da Espiritualidade, A Ligação Superior dos Na'vis (Reflexões Espirituais e Filosófica)

AVATAR é um daqueles filmes grandiosos. Um verdadeiro espetáculo visual e sonoro. E ao assistir novamente com uma olhar mais filosófico e espiritual. Conseguir extrair algumas reflexões espirituais e filosófica na relação dos na'vis com a natureza e com todas as criaturas que nela habita e com seu semelhante.

Os na'vis é um povo nativo meio que indígena do planeta Pandora. E a sim como muitos civilizações antigas que tivemos eles tem um contato todo especial com a natureza que lhe cercam. E os terráqueos meio que chegam igualmente como o homem branco em terras indígenas no continente americano. Trazendo doença, violência, arma de fogo etc. Chega ser cruel a presença humana em um planeta como pandora. Manchando aquela terra virgem com sangue, com violência contra as criaturas e contra os próprios na'vis. Tudo na busca de destruir aquela natureza a sim como fizeram com a natureza na terra.

O ser humano não tem uma conexão com a natureza como tem os na'vis. E nem com quase nada a sua volta. O ser humano destrói, poluem e a sim também são retratado no filme AVATAR aonde os humanos depois de ter acabado com o verde na terra, buscou um novo planeta pra desmatar a sua natureza. A ligação que os na'vis possuir com a natureza e com os animais é fascinante. É profunda ou seja espiritual ao ponto de se comunicarem e serem irmãos de alma. E isso já era visto no primeiro filme. E retorna no segundo filme essa ligação especial que os na'vis tem com a vida de Pandora. Essa ligação é intensa e mística. Cada na'vi tem o seu próprio Banshee, criatura voadoras usadas como veiculo aéreo. E eles se conectam com essas criaturas através terminação nervosas na ponta dos cabelos. E isso é possível com quase todas as criaturas vista no filme.

No primeiro filme Jake se encanta com a nativa Neytiri. E em uma cena na qual Neytiri fala pra Jake sobre sua inclusão na tribo. E logo depois ela diz que ele precisaria escolher uma mulher. Nessa hora Jake diz que já escolheu essa mulher, mas que essa mulher precisaria escolhe-lo. E ela diz que já escolheu e nessa hora eles se abraçam e Neytiri uni suas terminações nervosa com a do avatar do Jake. E aquilo simbolizava uma união profunda e espiritual em uma espécie de gozo ou êxtase místico ou superior. E depois Neytiri diz a Jake que estariam unidos eternamente. E é isso o ato de se entregar ao outro já devia simbolizar um casamento. O ato de amar o outro e o próprio sexo já devia simbolizar um casamento e pra vida toda. E hoje vivemos em um mundo cada vez mais liquido de pessoas liquidas e suas relações liquidas. Até falar de amor parece que não combina mais com essa época a onde o sexo se tornou cada vez mais fácil e banal.

Autor: Tiago Amaral




terça-feira, 8 de novembro de 2022

A Super Virilidade de Christopher McCandless (Alex Supertramp)

O livro Into The Wild em português Na Natureza Selvagem, escrito pelo escritor Jon Krakaer e o maravilhoso filme estrelado pelo ator Emile Hirsch, fez o mundo conhecer a história do incrível Alex Supertramp o Super Vagabundo ou o Super Andarilho.

E Christopher McCandless foi um exemplo perfeito da verdadeira virilidade masculina do homem. Que é aquela que está além da virilidade que constitui no homem apenas o seu papel animal. Como a virilidade fálica e provedora. Do animal Chris levou consigo somente a fúria e a bravura além da sua sabedoria profunda e espiritual. Cansado e chateado com a sociedade, com os pais, com os hipócritas. Julgamento, controle, políticos e corruptos. Chris tinha uma alma selvagem e por isso mesmo livre demais para se prender aos padrões já preestabelecidos pela sociedade para escravizar o homem. Ele então doou todas suas economias para uma instituição de caridade e viajou junto com seu carro. Carro esse que Chris teve que abandonar pelo caminho, mas isso não parou o seu ser viril e determinado. Chris foi busca de si mesmo e de experimentar viver da forma mais autentica e verdadeira possível.

E toda essa fúria, essa selvageria e insatisfação somada fez Chris viver na estrada desbravando e se aventurando por longo dois anos e quatro meses em pleno Alasca. Chris foi viril no nível mais alfa de virilidade possível. Um guerreiro nato, um navegador valente, um desbravador extremante vigoroso. E essa natureza viril fez parte de sua vida desde sempre. Chris praticava corrida como atividade espiritual e incentivava os colegas a praticarem também. Como meio de se desenvolver o autoconhecimento.

Chris era leitor e fã de diversos autores nós quais eram os seus preferido e cuja a filosofia o inspirava. Escritores como Thoreau, Tolstói, London entre outros. Muitos desses escritores e grandes homens também experimentaram de alguma forma um pouco da vida próxima a natureza ou em meio a própria natureza. O verdadeiro desenvolvimento masculino que tanto foi deixado de lado para se ter uma vida cada vez mais falsa na busca por prazer e satisfação mundana. A busca por si mesmo. O homem deixou o interior para buscar de forma cega o exterior. O homem se abandonou e se esqueceu no meio do caminho. E se apegou com toda força a vida exterior. Esse é o homem comum o escravo dos grandes centros. A marionete do sistema e da sociedade. O homem que não vivi e sim domesticado.

Mas Chris foi além munido da sua incrível virilidade interior. Teve força espiritual para lutar contra tudo isso. Apego, desejos, paixões, vícios etc. E foi além dos próprios autores que ele tanto admirava. Chris foi em busca de si mesmo. Foi em busca de se encontrar. Por isso a busca de Chris foi algo mais profundo e espiritual. Chris buscava pela iluminação do seu próprio ser. Do espírito e da sua consciência, e isso no final da sua jornada ele conseguiu. Chris estava mais desperto e consciente. De uma forma ou outra ele se iluminou; e morreu meio como Buda, também morreu. E no Alasca teve-se o último suspiro de sua grande e incrível virilidade que o eternizou para todo sempre como um dos maiores conquistadores que esse mundo já viu e já teve.

– Tiago Amaral


 

sábado, 29 de outubro de 2022

A Verdadeira Virilidade do Homem

Não é de hoje que o verdadeiro sinônimo de virilidade se distorceu. A sim como o exemplo da verdadeira virilidade masculina do homem que é a virilidade espiritual e não a fálica. Já a fálica, prover ou sustento, apenas caracteriza o homem como um animal. O homem macaco. O homem animal ou animal homem. O homem preso as construções das amarras sociais. Um ser fraco apegado aos prazeres mundanos e passageiros. Um homem afastado de si mesmo, de si próprio, do seu próprio interior. Um animal fraco, que diante de qualquer problema, fracasso e dificuldade que surgir durante sua vida, ele se desespera. Sendo capaz até mesmo de tirar a própria vida e até mesmo de quem julgava amar. E pelos motivos mais banais ou fúteis. Um homem inferior incapaz de ser realmente viril.

A falsa virilidade a virilidade que atrela o homem em suas próprias fraquezas. Um homem incapaz da maior das vitorias que é vencer a si mesmo. Incapaz de vencer as suas próprias fraquezas, seus apegos, suas falsas paixões, seus vícios. O homem que não domina e si mesmo, que não domina a sua própria energia sexual. O homem moderno cada vez mais distante da verdadeira virilidade. Um homem perdido e ignorante, apegado somente a sua vida exterior.

Já a verdadeira virilidade do homem torna o homem dono de si mesmo. Um capaz da maior das vitorias que é vencer a si mesmo. Vencer suas falsas paixões, apegos, vícios e apetites. Um homem que não se deixa ser dominado tão facilmente. Um homem capaz de vencer seus vícios. Um grande exemplo da verdadeira virilidade era os monges cenobitas. Aqueles que largavam a vida mundana dos grandes centros pela vida austera. Longe de tudo aquilo que escravizava o homem dentro da sociedade. Por entender que tudo isso tinha simplesmente o papel de escravizar o homem. De tornar o homem um escravo e cada vez mais fraco.

O quanto esse homem é apegado aos vícios, aos relacionamentos, aos prazeres mundanos e passageiros. A falta de domínio sobre os seus apetites. E o quanto ele sofre ou se desespera quando não obtém essas satisfações banais e casuais. Ter alegria de um novo emprego, de um novo relacionamento que padece do verdadeiro sentimento, até mesmo o nascimento de um filho, ou seja, lá o que for. Não é isso o essencial da vida, isso não é o primordial e nem o fundamental da vida. Tudo isso são coisas que acontece e que muitas vezes vão e vem. E quando falta isso na vida do homem não viril, ele se desespera. E as vezes busca cegamente uma forma de se obter essas satisfações. Esse homem não é verdadeiramente viril. – Tiago Amaral




sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Amor de Redenção (2022) Michael O Verdadeiro Anjo, Breve Reflexão Espiritual e Filosófica

A uma breve reflexão em cima desse filme que é um dos romances mais legais que surgiu nesses últimos anos tão saturados atualmente de péssimos filmes do gênero sem nenhuma lição positiva de espiritualidade. E sim é um filme cristão que traz boas reflexão sobre o amor. E de quem é na verdade o verdadeiro anjo do filme. 

No filme As Leis do Sol de 2005 Buda ou melhor Sidarta Gautama, diz para as filhas de Mara (A Ilusão, o demônio) Que se querem serem belas como os anjos, então comesse amando como eles. E isso as chocam profundamente. Do que adianta beleza exterior se por dentro não se enxerga a luz dos anjos? Essa beleza pura enaltece, espiritual, eleva e enriquece a beleza exterior. Já ao contrário torna a pessoa feia tanto por dentro quanto por fora. Pôs nela é incapaz de nascer a luz dos anjos. Ela não sabe nem a si mesmo quanto mais amar alguém.

E no filme o verdadeiro anjo é o Michael, que ama a Angel, da forma mais verdadeira e pura que se poder ver. Ela é a sua alma gêmea, a sua consorte, a outra metade de sua alma; e por isso ele o ama tanto a sim. Já ela não se encontra no mesmo nível espiritual que ele e por isso não o reconhece. E o filme faz uma alusão a Cristo e Madá, afinal quem Cristo escolheu foi Madalena uma prostituta. E a sim no filme de uma forma ou outra a Angel ensina o Michael amar ou melhor Deus mostra a Michael o verdadeiro amor quando ele a ver pela primeira vez. E ele passa nutrir por ela uma admiração ou uma fascinação meio que espiritual. E é algo muito puro e altruísta onde nada se cobra ou se espera. 


terça-feira, 30 de agosto de 2022

Perda Seminal

Essa faça passada de que 20 ejaculações que também poderia ser 20 punhetas por mês, preveniria o câncer de próstata, mas na verdade apenas destruiria o homem. Todos sabemos que a retenção seminal é o que eleva a testosterona no macho e por isso os outros machos do reino animal são belos e majestosos. Diferente do ser humano que gasta a todo instante aquilo que os bichos acumulam e usam no momento certo para por outro ser vivo no mundo.
Já o homem se escravizou e é por isso que os atletas hoje fazem tanto reposição hormonal a tal TRT. A mulher do meio quando faz uso ficam masculinas. Muitos hoje no UFC, sem TRT, pareceriam moças devido a perda de testosterona. Era comum no meio esportivo os atletas praticarem a retenção antes de competir e muitos grandes atletas praticavam. Ainda hoje também.
Quanto mais o homem ejacula, mas o organismo retira dos seus órgãos nutrientes e proteínas para fabricar mais espermatozoides. Para que o corpo do macho sempre fique pronto para fecundar uma fêmea. E não que necessariamente aumenta a testosterona. Domínio sim eleva o homem e o torna poderoso. 





sexta-feira, 22 de julho de 2022

O Homem e a Montanha

A montanha representa o templo da solidão para o homem em sua total solitude sobre ela. Na sua contemplação dessa solidão ao transforma-la em solitude. Em prazer de se encontrasse só. Enraizado firmemente em si mesmo. Pra está consigo mesmo em total solitude. E não a momento melhor para o homem buscar a si mesmo do quer através da solidão. A busca do homem por si mesmo. E a montanha representa o templo da solidão do homem. A elevação do estado de solidão para solitude.

A verdadeira virilidade é profunda e por isso que ela é espiritual. Ao contrário da virilidade fálica que é puramente sexual. Na contemplação de si mesmo, altura significa elevação; e o homem sobre a montanha representar o homem na plenitude da sua elevação espiritual. É natural do homem uma maior capacidade de transformar a solidão em solitude. De transformar o estado de solidão em um estado de puro êxtase e de verdadeiro prazer de se está só. De se entreter consigo mesmo, enquanto que por natureza a mulher em sua boa parte é um ser mais relacional.

O homem na busca da verdadeira virilidade, não a fálica, a que destrói e inferioriza o homem, o diminuindo a um mero animal. Mas a espiritual que é a verdadeira virilidade masculina do homem. A falsa virilidade apenas reduz o homem a um escravo de si mesmo. A um ser que não sabe amar nem mesmo a si próprio. E por isso que sofre devido as paixões e aos desejos pelos prazeres mundanos. O Homem comum nunca consegue vencer a si mesmo, pôs isso que ele é sempre se derrotado por isso próprio. Não a pior derrotar do que quer ser derrotado por si mesmo. E não vitória maior do quer vencer a si próprio. E a única coisa que traz a falsa virilidade é a derrota do homem. A todo tipo de vícios e prazeres mundanos no descontrole da própria vida e de si mesmo. 

O homem sobre a montanha representa o homem forte e soberano, no infinito prazer e não desprazer de estar consigo mesmo. E no total controle e domínio sobre si próprio. Um vitorioso, além de um grande conquistador, pôs é um homem que conquistou o bem mais precioso que é conquistar a si mesmo. E soberano triunfa sobre a sua imensa vitória.

O homem sobre a montanha representa o homem forte e soberano, no infinito prazer e não desprazer de estar consigo mesmo. E no total controle e domínio sobre si próprio. Um vitorioso, além de um grande conquistador, pôs é um homem que conquistou o bem mais precioso que é conquistar a si mesmo. E soberano triunfa sobre a sua imensa vitória. – Tiago Amaral