O
que será do planeta terra daqui a mil anos, restará ao homem a sua total
entrega a bestialidade. O retardamento intelectual do homem tem aumentado ao
longo dos últimos anos. Como sendo uma das principais armas do máximo cultural.
E com isso vemos a descida do homem para o nível mais primitivo ou animalesco.
A onde o único papel da sua cruel e mísera existência se resumi a: nascer,
comer, crescer, acasalar ou meter, envelhecer e por fim morrer.
O
homem esqueceu ou foi afastado da sua divindade interior, esqueceu da sua origem
divina. Niet afirma que o homem era uma corda entre o animal e o super homem,
mas hoje o homem passou a ser a corda entre a mosca e a besta.
A
mosca a criatura que se alimentar de dejeto, escarros, pus, produto de origem
animal ou vegetal em decomposição. Ou seja, ao homem a ser a mosca a se
alimentar de tudo aquilo que é de péssima qualidade, desprovido de algum valor intelectual,
artístico ou poético.
Ou
então o outro extremo, o da besta, o homem na sua total entrega a bestialidade,
a total animalidade do homem. Ou seja, o homem já bestializado, não mais um ser
provido de sentimentos humanos e inquebráveis. Mas um ser a enxergar o seu
semelhante como um mero pedaço de carne, incerto de sentimentos. Cujo o único papel
da sua existência do outro é para sua mera satisfação sexual animal.
Então
pode ser que no futuro restarás um brilho de centelha divina a despertar na consciência
da humanidade. E o homem então encontrará novamente a sua origem divina e
espiritual. E isso trará paz, equilíbrio e respeito entre as polaridades yin
yang, e o amor florescera por toda terra.








