sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Falsos Homens e Mulheres: Na Luz da Espiritualidade

Os homens que a gente ver pelas nas ruas, pelas praças públicas, não são na verdade homens. Não são em sua essência interior verdadeiros homens. Eles apenas comem, dorme, bebe, cópula. Ou sejam, vivem como animais, vivem como as criaturas inferiores comandadas pela natureza. Que através dos seus instintos são dominados.

Aquilo que vemos como mulheres, que chamamos de mulheres, são apenas cópia dos homens. As verdadeiras mulheres eram as bruxas, as alquimistas, as sábias, as detentoras do sagrado feminino. Todas aquelas que foram perseguidas e mortas pelo patriarcado.

Os falsos homens e mulheres são apenas animais, não servem para os caminhos do sol, nem para pisar nos solos solares. Nem para a transcendência espiritual através do sexo sagrado ou do coito divino. A onde o amor verdadeiro é a chave e a porta é a alma.

Devem-se esses outros falsos continuar a viverem o seu mundo e os homens e mulheres de verdade a não se contaminarem com eles. São dignos de pena, como são os antinaturais, os conquistadores, as sedutoras, os Don Ruan ou Diabo, os pornográficos. E todos aqueles que se entregam cegamente a luxuria, são animais no cio. Não sabem o mal que fazem a si e ao outro. Trocam seus carmas e seus passados com vários outros, ou seja, praticam o adultério.

Um homem puro que se deita com uma prostituta ou com uma falsa mulher, se contamina espiritualmente e ganha também pecado dela através de seu karma. Além de se contamina também fisicamente. Aqueles que não são verdadeiramente homens e nem portador do verdadeiro amor próprio. Deixam-se a serem facilmente levados ou seduzidos. Se contaminando e contaminando o próximo. Em uma eterna roda do Samsara, a onde os mundos escolhidos é sempre os piores.

E só através do tantra é que o verdadeiro homem e a verdadeira mulher se unem. Carregados e movidos pela paixão divina, pelo desejo único e pelo amor sagrado. Estes que são as portas para o reino do sol. E ambos elevam e direcionam a energia do outro aos caminhos dos reinos solares. – Tiago Amaral





quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Carne Na Luz da Espiritualidade


O que Buda quis dizer sobre os prazeres da carne, trazerem dor e sofrimento. Em uma breve observação sobre a imagem humana. Vemos um corpo composto por basicamente de carne e músculo. A sim como todos os outros animais, principalmente os mamíferos.
Ou seja, somos apenas carne a sim como todo os outros. Que sem o sopro vital da vida, morremos, apodrecemos. Ou seja, será que vale tanto a sim os prazeres carnais? Sem em algo de puro e verdadeiro pelo outro? Por isso que tudo não passa de ilusão ou impulsão natural das leis universais e da natureza, para a perpetuação das espécies. Essa busca desenfreada e tola pelos prazeres da carne, pelos prazeres mundanos da vida. Como se a vida fosse algo passageiro e breve. Ao ponto de não valer apena se viver de forma verdadeira e consciente.
Observando a frase de Niet: “O homem é corda estendida entre o animal e o Super-homem; uma corda sobre o abismo; perigosa travessia, perigoso caminhar, perigoso olhar para trás, perigoso tremer e parar.” Acorda seria a consciência do homem sobre o perigo que seria conduzi-la entre os dois extremos. O animal o que seria o nível inferior da consciência. Um homem animalizado, escravo de si mesmo e dos seus próprios impulsos. E isso não faz dele humano, mas um animal.
E do outro lado o Super-Homem o que seria a consciência superior do homem. O homem Zen, O homem cósmico, O transmutado. O homem do amanha e do amor eterno. O homem no qual os sentimentos mais puros a brotar no ser humano. São intensificados, e é isso que nos diferencias dos animais. E que muitos tem deixado de lado e sendo escravizados pelos prazeres carnais ou mundanos da vida.
Parece que muitos tem sem afastado cada vez mais da capacidade de oferecer algo de puro e verdadeiro ao outro. De não enxergar o outro como um mero pedaço de carne. E de prover ao outro, sentimentos sólidos, verdadeiros e puros de amor. Compaixão e de altruísmo ao ser amado. E cada vez mais pessoas a sim são incapazes de oferecer isso ao outro. E com isso temos uma sociedade desconfiada, libertina, liquida e perdida cada vez mais nos prazeres da carne. Pôs o outro deixou de ser um ser humano para ser apenas um pedaço de carne. – Tiago Amaral




https://www.facebook.com/tiagoamaral2017/

sábado, 5 de setembro de 2020

Bella Thorne Na Luz da Espiritualidade


Tudo pelo dinheiro ou ganancia as pessoas se alto-denegrida. E o mesmo que acontece com a atriz Bella Thorne. Que aproveita essa geração de gados, principalmente formados por jovens. Cada vez mais doutrinados a enxergar o próximo como um produto para sua satisfação sexual. E não para enxergar no próximo um outro ser humano.
Na minha geração também fomos desde crianças doutrinados pela sexualização através da mídia. Em 1990 Já tinha lá as paquitas com aqueles shortinhos minúsculos. Tempo depois tínhamos a Banheira do Gugu, músicas como: “Meu Pintinho Amarelinho” Músicas de duplo sentindo com dançarinas quase seminuas. Como era o caso de grupos musicais de pagode baiano como: É O Than, Companhia do Pagode entre outros, e por ai vai.
Ou seja desde de época como os anos 80 e 90, éramos doutrinados a enxergar o outro, como um mero pedaço de carne. E a sim temos hoje uma sociedade repletas de homens e mulheres desconfiados ou libertinos. Pôs não enxerga mais o outro como um ser humano, mas como um pedaço de carne.
E essa geração é pior. Desde do início da década passada as músicas e suas letras foram cada vez mais se tornando explicita e de denegrir a imagem da mulher. Nisso não é nenhuma liberação ou empoderamento feminino, mas sim de transformar a imagem da mulher, numa imagem de uma prostituta barata ou sem valor.
E por tudo isso as pessoas hoje não enxergam mais sentimento no outro, mas desconfiança. Não mais um outro ser humano, mas sim mais um pedaço de carne para te satisfazer. Isso é muito triste! O amor genuíno, puro e incondicional ao outro, deixou de existir. E com isso vivemos numa época libertina e depravada.
Pessoas atrás do sexo fácil ou casual, pôs o que importa é ter orgasmo e ejaculação. (Cuja única função ou impulso natural disto é para se gerar uma vida e nada mais. E que só através do amor único é o que o sexo possibilita a expansão da consciência de um casal. Que se amam de forma incondicional ou espiritual.) E não sentimento de amor e de entrega pelo outro. Outros se perdem e se viciam no vicio compulsivo e desmedido pela pornografia ou nas ilusões dos relacionamentos vazios. Sem nenhum sentimento verdadeiro de amor, de carinho, ternura, de entrega e de compaixão pelo outro. – Tiago Amaral
                                                                                                                                                   

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

No Fap Na Luz da Espiritualidade


Uma breve reflexão espiritual sobre isso. No Fap é só mais uma coisa sem sentido que parecia que tinha a ver ou inspirado em temas espirituais como o tantra. Quando na verdade não é.
É natural a pessoa ser do jeito que nasceu pra ser. Sem seguir determinado padrão, como ser o popular do colégio ou ter uma namorada pra fazer sexo. Sem nenhum tipo de sentimento como: amor, paixão ou emoção pelo outro. Isso é viver numa Matrix.
O Instintos sexual é o que tem todas as espécies a onde existe os dois gêneros. Masculino e feminino, pôs para isso é que existe o sexo, a copula, que é pra criar ou gera uma vida. Procriar, perpetuar, manter a continuidade da espécie. O homem é que depois transformou isso em necessidade. O advento do preservativo. A onde barrava o encontro do sêmen (que é pura proteína e nutriente,) com o útero da mulher.
O sêmen que foi feito para adentrar o corpo da fêmea. Tendo diversas funções e benefícios. O sexo na verdade se tornou só mais um meio de masturbar um ao outro. E ai que entra as tais pessoas atraentes, que na verdade são escravas das ilusões dos relacionamentos e dos próprios instintos sexuais.
Sem troca de energia ou fluido. Sem sentimento de amor pelo outro. Algo frio e mecânico. E seguindo a lei natural, quanto mais união sexual, mais vida é gerada. E isso sim é natural. E com isso, mas energia é gasta pelo macho ao ejacular, e pela fêmea na hora do parto. (Por isso não faz sentido o No Fap para pessoas comuns.)
E essa necessidade de copular ou fecundar a todo custo. É para o homem comum e para a mulher comum. Que são os indivíduos em demasia pela sociedade. E não aqueles que são espirituais, os cisnes negros desse rebanho. Na verdade, aqueles que voam por cima destes. – Tiago Amaral


terça-feira, 21 de julho de 2020

Amor Fati

Uma breve reflexão sobre o amor fati de Niet, que significa amor aos fatos, aos acontecimentos, ao acaso. O amor fati não deixa de ser também uma representação do amor verdadeiro, do amor espiritual, do amor incondicional.
Amor fati nos fala de amar as coisas do jeito que elas são. E não querer muda-la, mas ama-las do jeito que são. Amar o nosso próprio destino, o nosso próprio caminho, nossa própria vida. Amar tudo do jeito que é, até nossos inimigos ou nossos problemas. Os nossos sofrimentos, pôs faz parte do nosso destino. E por isso devemos aceita-los e ama-los; e não tentar mudar o que não se pode. E como isso sofremos de forma atoa.
Uma ótima lição do amor fati, é que ele nos ensina a nos amar de forma verdadeira. A nós aceitar do jeito que somos, aceitar o que somos por natureza. Como aceitar o nosso próprio corpo. De todos os animais o homem é o único que não se aceita. E muda o que ele é por natureza.
E o amor verdadeiro e o amor fati tem tudo em comum. O que é o amor verdadeiro se não amar tudo do jeito que elas são? O contato com a nossa alma gêmea ou a vocação para espiritualidade etc. As crianças índigos e cristais nascem preparadas para esse tipo de amor. Desperta o amor pleno, o amor espiritual, não é mero sentimentalismo barato, mas amor incondicional a toda criatura viva ou a todas as coisas. – Tiago Amaral