Os homens que a gente ver pelas nas ruas, pelas praças públicas, não são na verdade homens. Não são em sua essência interior verdadeiros homens. Eles apenas comem, dorme, bebe, cópula. Ou sejam, vivem como animais, vivem como as criaturas inferiores comandadas pela natureza. Que através dos seus instintos são dominados.
Aquilo
que vemos como mulheres, que chamamos de mulheres, são apenas cópia dos homens.
As verdadeiras mulheres eram as bruxas, as alquimistas, as sábias, as
detentoras do sagrado feminino. Todas aquelas que foram perseguidas e mortas
pelo patriarcado.
Os
falsos homens e mulheres são apenas animais, não servem para os caminhos do
sol, nem para pisar nos solos solares. Nem para a transcendência espiritual
através do sexo sagrado ou do coito divino. A onde o amor verdadeiro é a chave
e a porta é a alma.
Devem-se
esses outros falsos continuar a viverem o seu mundo e os homens e mulheres de
verdade a não se contaminarem com eles. São dignos de pena, como são os
antinaturais, os conquistadores, as sedutoras, os Don Ruan ou Diabo, os
pornográficos. E todos aqueles que se entregam cegamente a luxuria, são animais
no cio. Não sabem o mal que fazem a si e ao outro. Trocam seus carmas e seus
passados com vários outros, ou seja, praticam o adultério.
Um
homem puro que se deita com uma prostituta ou com uma falsa mulher, se
contamina espiritualmente e ganha também pecado dela através de seu karma. Além
de se contamina também fisicamente. Aqueles que não são verdadeiramente homens
e nem portador do verdadeiro amor próprio. Deixam-se a serem facilmente levados
ou seduzidos. Se contaminando e contaminando o próximo. Em uma eterna roda do
Samsara, a onde os mundos escolhidos é sempre os piores.
E
só através do tantra é que o verdadeiro homem e a verdadeira mulher se unem.
Carregados e movidos pela paixão divina, pelo desejo único e pelo amor sagrado.
Estes que são as portas para o reino do sol. E ambos elevam e direcionam a
energia do outro aos caminhos dos reinos solares. – Tiago Amaral




