Tudo pelo
dinheiro ou ganancia as pessoas se alto-denegrida. E o mesmo que acontece com a
atriz Bella Thorne. Que aproveita essa geração de gados, principalmente
formados por jovens. Cada vez mais doutrinados a enxergar o próximo como um
produto para sua satisfação sexual. E não para enxergar no próximo um outro ser
humano.
Na minha geração
também fomos desde crianças doutrinados pela sexualização através da mídia. Em
1990 Já tinha lá as paquitas com aqueles shortinhos minúsculos. Tempo depois
tínhamos a Banheira do Gugu, músicas como: “Meu Pintinho Amarelinho” Músicas de
duplo sentindo com dançarinas quase seminuas. Como era o caso de grupos
musicais de pagode baiano como: É O Than, Companhia do Pagode entre outros, e
por ai vai.
Ou seja desde de
época como os anos 80 e 90, éramos doutrinados a enxergar o outro, como um mero
pedaço de carne. E a sim temos hoje uma sociedade repletas de homens e mulheres
desconfiados ou libertinos. Pôs não enxerga mais o outro como um ser humano,
mas como um pedaço de carne.
E essa geração é
pior. Desde do início da década passada as músicas e suas letras foram cada vez
mais se tornando explicita e de denegrir a imagem da mulher. Nisso não é
nenhuma liberação ou empoderamento feminino, mas sim de transformar a imagem da
mulher, numa imagem de uma prostituta barata ou sem valor.
E por tudo isso
as pessoas hoje não enxergam mais sentimento no outro, mas desconfiança. Não
mais um outro ser humano, mas sim mais um pedaço de carne para te satisfazer.
Isso é muito triste! O amor genuíno, puro e incondicional ao outro, deixou de
existir. E com isso vivemos numa época libertina e depravada.
Pessoas atrás do
sexo fácil ou casual, pôs o que importa é ter orgasmo e ejaculação. (Cuja única
função ou impulso natural disto é para se gerar uma vida e nada mais. E que só
através do amor único é o que o sexo possibilita a expansão da consciência de
um casal. Que se amam de forma incondicional ou espiritual.) E não sentimento
de amor e de entrega pelo outro. Outros se perdem e se viciam no vicio
compulsivo e desmedido pela pornografia ou nas ilusões dos relacionamentos vazios. Sem nenhum
sentimento verdadeiro de amor, de carinho, ternura, de entrega e de compaixão
pelo outro. – Tiago Amaral

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